Espaços privados e usos colectivos: Do admirável mundo novo do consumo às novas tipologias comerciais de Lisboa

  • Miguel Silva Graça Arquitecto, alumno del programa de doctorado “Problemas de la Arquitectura y la Ciudad”, Universidad de Valladolid
Palabras clave: Privatización de los espacios públicos, consumo, Lisboa

Resumen

La consolidación de nuevos hábitos asociados al aumento del tiempo libre, después de la segunda mitad del s. XX, intensifica y diversifica las actividades comerciales. Comercio, cultura y ocio organizan el espacio urbano contemporáneo. Los espacios comerciales son elementos estructurantes y polarizadores del tejido de la ciudad. El consumo está lleno de significado social. Todo aspira a ser transformado en consumo. Los centros comerciales se dotan de sistemas de vigilancia y control, usados como elemento de bienestar entre los ciudadanos. Se crean ambientes confortables donde las preocupaciones estén ausentes. Es el mundo de la imagen. El deseo de contacto con el sentido tradicional del espacio público hace que se creen copias de lugares, pedazos de realidad en escenarios prefabricados.
En un principio surgen centros comerciales en la zona metropolitana de Lisboa y Oporto, pero ahora también se encuentran en ciudades más pequeñas. El comercio entra en la organización territorial, siendo usado como instrumento de intervención urbanística.

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Publicado
01/02/2018